O Rock in Rio-Lisboa vai este ano contar com a presença dos Metallica.
Os Metallica, actualmente a compor o seu novo álbum, são os cabeças de cartaz do dia dedicado ao Metal.
O Rock in Rio-Lisboa vai este ano contar com a presença dos Metallica.
Os Metallica, actualmente a compor o seu novo álbum, são os cabeças de cartaz do dia dedicado ao Metal. 

de arquitectos e designers dinamarquês intitulado BIG < http://www.big.dk/> (Bjarke Ingels Group). A forma peculiar deste edifício não é gratuita e comporta, na perspectiva da filosofia oriental, um simbolismo que vai para além da semelhança com o sinal caligráfico com o qual se identifica. Assim, o corpo que emerge da água é dedicado a actividades de cultura física, desportos, etc.; já o corpo emergente da
terra tem como destino actividades de "enriquecimento espiritual" - centro de conferências e outras. No ponto de encontro, onde o edifício se torna um só, situa-se um hotel de 1000 quartos! 250 000m2 de área construída... 

Em suma, o programa com mais conteúdo da televisão portuguesa!! (obviamente que isto foi o maior sarcasmo do dia).A verdade é que mesmo assim passam aquela hora a ver o programa, visto que as alternativas não são melhores! E há que dar valor à rapariga, que apesar das constantes calinadas no português, não tem uma tarefa fácil! Ela tem um grande domínio da emissão, enchendo chouriços o mais possível enquanto espera ali sozinha que alguém telefone, pedindo insistentemente aos espectadores para ligar, que falem com ela, que ganhem dinheiro, que liguem. liguem, liguem, como se o destino dela dependesse disso! (eheh)As faltas de chamadas são realmente uma chatice para a rapariga, o que a leva a duplicar o dinheiro em jogo, ou a dar mais tempo para ligar.Agora só resta esperar que a SIC faça um programa do género, só que em vez de duplicar o dinheiro, faz a apresentadora perder uma peça de roupa ou algo parecido…

A estrela de televisão José Diogo Quintela, dos Gato Fedorento, foi ontem condenado pelo tribunal ao pagamento de 400 euros e à execução de trabalho a favor da comunidade, depois de ter sido apanhado a conduzir com álcool.
José Diogo Quintela foi ontem presente ao Tribunal de Pequena Instância, às 10 horas, na sequência de uma detenção por parte da PSP de Lisboa, onde lhe foi detectado 1,6 g/l (gramas de álcool por litro de sangue). A detenção ocorreu cerca das três horas da madrugada do primeiro dia do ano, quando o artista tinha acabado de fazer o "revéillon" da RTP 1, realizado no Pavilhão Atlântico do Parque das Nações.
José Diogo Quintela participava no programa "Diz que é uma espécie de réveillon", brindando sucessivas vezes com uma garrafa de espumante nas mãos. A dado passo terá dito mesmo que estava com "uma grande narsa", segundo foi noticiado.
Foi nestas condições que José Diogo Quintela concluiu o programa e já quando circulava no Cais de Sodré foi interceptado pela PSP, que nessa altura realizava várias operações de controlo de tráfego e dos condutores.
O membro dos Gato Fedorento fazia-se deslocar num Renault Mégane e ter-se-á encostado demasiado a um veículo da frente, facto que chamou a atenção de um agente da PSP, que o mandou parar. Fez então dois testes de álcool, ambos positivos, registando um valor de 1,6 g/l de sangue e foi de imediato detido até cerca das 4.30 horas na esquadra. O carro acabou por ser levado por uma amiga, que também fez o teste de álcool. Foi-lhe determinada a apresentação para ontem às 10 horas, no Tribunal de Pequena Instância, que, em processo sumaríssimo, condenou o artista ao pagamento de 400 euros destinados à Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral e ainda à realização de trabalho a favor da comunidade. No entanto, o processo para esta condenação vai ser enviado para a Direcção-Geral de Viação, que depois analisará e determinará o tempo de trabalho comunitário.O juiz que determinou a pena optou por não retirar a carta a José Diogo Quintela, tendo em conta que ele é primário, ou seja, nunca tinha sido condenado por crimes do género.
Carlos Varela

As quatro jovens actrizes ‘Alice’ (Kiara Timas), ‘Xana’ (Helga Posser), ‘Anabela’ (Ana Maria Velez) e ‘Carolina’ (Diana Monteiro) vão ter dupla função e dupla imagem na novela ‘Morangos com Açúcar V’, da TVI. Elas começam por ser apenas colegas de escola, mas, com o desenrolar dos episódios, as ‘moranguitas’ formam a banda feminina revelação do formato juvenil: a Just Girls (Só Raparigas).
“Este ano há um novo grupo musical, criteriosamente escolhido, e cremos que também vai fazer furor. Como o nome indica, trata-se de um grupo feminino”, revela José Eduardo Moniz, director-geral da Quatro.Kiara, Helga, Ana Maria e Diana, apurou o CM, foram escolhidas pelas suas vozes nos castings de ‘Morangos V’ para sucederem aos 4Taste, a banda que rendera os D’ZRT no formato da TVI.
Depois, frequentaram um workshop de representação da produtora NBP, durante um mês, tal como todos os outros novos actores da telenovela.Para visualizar o resto do artigo clique em Leia Mais De início, as quatro actrizes surgem com um visual de estudantes comuns. Mas elas vão evoluir para uma banda musical e ganham um look muito produzido.
“Os ‘Morangos’ são uma enorme aventura e têm um nome fora de tudo, que rapidamente se transformou numa marca. Os autores conseguiram reinventar um produto que, há vários anos, chega a casa das pessoas. Mais do que uma série, é um fenómeno de televisão”, afirma José Eduardo Moniz, recordando que “os ‘Morangos com Açúcar V’ são a 46.ª produção da TVI em nove anos de emissões”.
Ano Novo! Vida Nova!
Juliana Paes e Carlos Eduardo Baptista
Juliana Paes quer se casar no ano que vem. A revelação foi feita em entrevista a revista “Contigo!” desta semana. A actriz planeja casar com o namorado Carlos Eduardo Baptista, com quem está há quase quatro anos.
“Casar em 2008 é uma vontade, sim. Eu e o Dudu já estamos juntos há bastante tempo. Chega uma hora em que ou vai ou racha”, diz Juliana, que não planeja fazer uma cerimónia na igreja.
“Não vai ser uma cerimónia católica, com base no casamento tradicional, igreja, até porque sou espírita e todo mundo sabe disso. Eu quero casar mais para sacramentar uma união feliz”, diz a musa, que embarca nesta quarta-feira, 26, para passar o ano novo em Paris.
“Eu tinha mesmo o sonho de conhecer a cidade. Não tiro férias há uns três anos. Acho que vai ser gostoso”, sonha.
Só olha para o umbigo, não olha para a realidade; é feito "para os amigos"; é "intelectual" e autorista, não sabe contar histórias e não fala dos problemas do País, das pessoas comuns e da actualidade. Estas são algumas das queixas constantemente atiradas ao cinema português, e por vezes com razão. Mas convém que quem as faz, sobretudo sem ir ao cinema para as fundamentar, vá ver Call Girl, de António-Pedro Vasconcelos, para perceber que os filmes portugueses já não são só redutíveis às suas queixinhas.
Partindo de um enredo que o cinema glosa regularmente, o do homem mais velho seduzido e arrasado por uma mulher fatal - no caso, Carlos Meireles, um autarca-modelo alentejano (Nicolau Breyner) e Maria, uma prostituta de luxo (Soraia Chaves) -, Vasconcelos e o argumentista Tiago Santos fizeram um filme que capta, como nenhum outro desde o 25 de Abril, o "espírito do tempo" que se vive em Portugal.
O que Call Girl diz é o que o espectador já sabe e repete nas conversas quotidianas: o País está a saque, está tudo à venda, todos têm um preço, vale tudo na selva social em que vivemos. A história da personagem principal é a ilustração disto, tornada interessante, aliciante, verosímil, pela forma como o realizador a dilui no pano de fundo de falência moral e de degradação geral de princípios e valores.
O facto de Meireles ser um autarca associado ao PCP reforça ainda mais o clima de descalabro colectivo nacional que Call Girl descreve, e que vai do Governo e dos grandes interesses económicos até aos que fazem sozinhos pela vida, como Maria, a call girl que "prefere ser infeliz num Audi a feliz num banco de autocarro".
Embora não se restrinja ao meio do futebol, Call Girl marca pontos onde Corrupção não conseguiu, nomeadamente dando forma narrativa e dramática convincente a uma história íntima de contornos policiais, que se joga num cenário maior de implicações políticas, morais, económicas e sociais, até uma conclusão inelutavelmente amoral. Tudo tornado verídico, tangível e credível por personagens bem construídas, diálogos sacados ao discurso comum, ambientes reconhecíveis e situações identificáveis, um mundo devolvido ao espectador como que num espelho em que este se reconhece, e ao que o rodeia.
Exímio a pôr a conviver nos seus elencos actores de várias gerações, escolas e origens, António-Pedro Vasconcelos atinge o auge em Call Girl, onde é da mais elementar justiça destacar Ivo Canelas no polícia "tarantinesco". Mas também Soraia Chaves.
Sim, ela é um símbolo sexual, sim, ela fotografa magnificamente com roupa justa ou os trajes de "trabalho" da personagem. Mas é também uma actriz dedicada, que não se deixa intimidar pelos talentos à sua volta, que torna sua a personagem de Maria e nos conquista com ela. Reduzir Soraia Chaves à beleza e aos dotes físicos com que a natureza a premiou é tão injusto como dizer que o cinema português não consegue tirar a cabeça do umbigo e olhar para a realidade.
in, Eurico de Barros
Atracções fatais, amores de perdição e paixões proibidas dão o mote ao mais recente filme de António Pedro Vasconcelos. "Call Girl" estreia a 27 de Dezembro e conta com Soraia Chaves no papel principal.